Hello, fucking world.  
"Poderia escrever demais. Poderia tentar descrever quem sou ou quem sonharia ser. Poderia tentar, ao menos, explicar isto ou aquilo. Mas as palavras apenas limitariam a complexidade de apenas ser. Ser quem sou. E viver a sombra do que sonhei. "

(darkness-inside-me)
Once upon a life...
One cruel life.
Ei, entenda: não é possível entender como a vida funciona. É verdade que vivemos numa sociedade que adora rotular as diferenças, mas a sociedade não forma seu caráter. Sim, lidamos com problemas grandes demais para uma geração jovem demais para enfrentar tantos problemas emocionais e concretos. Entenda: através das quedas, é possível aprender como moldar sua personalidade, seus princípios, ideias e valores. Não tem problema em se cansar, em chorar, gritar, mandar que o mundo se exploda ou dizer um belo foda-se. O problema é deixar que as ideias alheias atrapalhem quem você pode ser. O problema é permitir que os erros fiquem maiores do que seus acertos. O problema é deixar que os rótulos impostos pela sociedade moldem quem você realmente é. Então, continue seguindo em frente. Nunca vai ser fácil tentar entender como a vida funciona, quais são os métodos que se pode adotar para se adaptar a confusão estranha que é estar vivo. Não encare isso como um conselho ou aviso positivo. Apenas lembre que não se pode ficar olhando para trás sempre. Aprenda com o passado, e crie o futuro. Por isso, entenda: seja você. Viva. Cresça. Fique infantil. Mate seus medos. Tenha medos. Seja idiota. Seja inteligente. Conte piadas, boas e péssimas. Cante, desafinado ou afinado. Se importe. Não se importe. Seja bipolar, direto, confuso, simples e complexo. Troque sua roupa. Queime algumas fotos. Faça um álbum imbecil. Tenha motivos para rir, sorrir, chorar, ficar com raiva e gritar como um fã alucinado. Colecione o que quiser. Jogue fora o que não tem mais serventia. Crie apelidos totalmente idiotas, mas que sejam significativos. Ouça a música que lhe faça rir, se imaginar como um astro do rock, chorar, ficar triste ou pensar sobre algum momento que aquela música lhe lembre. Crie expectativas. Fique frustrado, ansioso, esperançoso, frio. Fique como quiser. Sinta o que não achou que seria possível. Permita-se ser irracional às vezes. Tenha regras, siga-as e burle outras. Seja contrário às vezes. Diga sim. Diga não. Fale palavrões, tenha um vocabulário simples e culto. Faça amigos, arranje outros. Tenha algumas inimizades. Demonstre sentimentos, esconda alguns. Aproveite oportunidades, perca outras. Não importa. […] Na verdade não importa muito. Muitas coisas não vão importar, apenas uma será uma das mais cruciais para mantê-lo nesta sociedade. Quem você realmente é, seu caráter e quem você pode ser. Apenas seja você. E o resto mande para o inferno. Ou apenas siga em frente. Afinal, como diz a música “o importante é ser você”.
(darkness-inside-me)

Ei, entenda: não é possível entender como a vida funciona. É verdade que vivemos numa sociedade que adora rotular as diferenças, mas a sociedade não forma seu caráter. Sim, lidamos com problemas grandes demais para uma geração jovem demais para enfrentar tantos problemas emocionais e concretos. Entenda: através das quedas, é possível aprender como moldar sua personalidade, seus princípios, ideias e valores. Não tem problema em se cansar, em chorar, gritar, mandar que o mundo se exploda ou dizer um belo foda-se. O problema é deixar que as ideias alheias atrapalhem quem você pode ser. O problema é permitir que os erros fiquem maiores do que seus acertos. O problema é deixar que os rótulos impostos pela sociedade moldem quem você realmente é. Então, continue seguindo em frente. Nunca vai ser fácil tentar entender como a vida funciona, quais são os métodos que se pode adotar para se adaptar a confusão estranha que é estar vivo. Não encare isso como um conselho ou aviso positivo. Apenas lembre que não se pode ficar olhando para trás sempre. Aprenda com o passado, e crie o futuro. Por isso, entenda: seja você. Viva. Cresça. Fique infantil. Mate seus medos. Tenha medos. Seja idiota. Seja inteligente. Conte piadas, boas e péssimas. Cante, desafinado ou afinado. Se importe. Não se importe. Seja bipolar, direto, confuso, simples e complexo. Troque sua roupa. Queime algumas fotos. Faça um álbum imbecil. Tenha motivos para rir, sorrir, chorar, ficar com raiva e gritar como um fã alucinado. Colecione o que quiser. Jogue fora o que não tem mais serventia. Crie apelidos totalmente idiotas, mas que sejam significativos. Ouça a música que lhe faça rir, se imaginar como um astro do rock, chorar, ficar triste ou pensar sobre algum momento que aquela música lhe lembre. Crie expectativas. Fique frustrado, ansioso, esperançoso, frio. Fique como quiser. Sinta o que não achou que seria possível. Permita-se ser irracional às vezes. Tenha regras, siga-as e burle outras. Seja contrário às vezes. Diga sim. Diga não. Fale palavrões, tenha um vocabulário simples e culto. Faça amigos, arranje outros. Tenha algumas inimizades. Demonstre sentimentos, esconda alguns. Aproveite oportunidades, perca outras. Não importa. […] Na verdade não importa muito. Muitas coisas não vão importar, apenas uma será uma das mais cruciais para mantê-lo nesta sociedade. Quem você realmente é, seu caráter e quem você pode ser. Apenas seja você. E o resto mande para o inferno. Ou apenas siga em frente. Afinal, como diz a música “o importante é ser você”.

(darkness-inside-me)

Favorite TV Characters
→ Dean Winchester || Supernatural

(Source: l-eech)

Posted 29 May 2012, 2 days ago · 3,821 notes · Reblog this crap
originally l-eech · via: saranacampos

(Source: leaving-to-die)

sentimentosconfus0s:

Cansei de me preocupar com o que as pessoas pensam ou dizem sobre mim. Cansei de tentar agradar. Cansei de tentar escrever bem. Cansei de querer ser o que esperam. Cansei de tentar me compreender. Cansei de ter que fazer o que é certo. Cansei de me obrigar a ser boa filha, irmã, amiga, aluna. Cansei de esperar. Isso eu definitivamente mesmo, cansei de fazer. Esperar o final de semana, esperar o próximo semestre, esperar uma oportunidade, esperar a próxima oportunidade. Esperar crescer, ter, poder. Mesmo estando cansada de querer algo que não conheço, continuo querendo e esperando por isso. Deu vontade de gritar: “Exploda-se”. Me deitar no chão e sentir o sol me abraçar. Exploda-se por que eu não preciso de tudo isso pra viver. Afinal, como disse-me uma voz de adulto amadurecido: Cai na real! Tu ja está sozinha há muito tempo.

sentimentosconfus0s:

Cansei de me preocupar com o que as pessoas pensam ou dizem sobre mim. Cansei de tentar agradar. Cansei de tentar escrever bem. Cansei de querer ser o que esperam. Cansei de tentar me compreender. Cansei de ter que fazer o que é certo. Cansei de me obrigar a ser boa filha, irmã, amiga, aluna. Cansei de esperar. Isso eu definitivamente mesmo, cansei de fazer. Esperar o final de semana, esperar o próximo semestre, esperar uma oportunidade, esperar a próxima oportunidade. Esperar crescer, ter, poder. Mesmo estando cansada de querer algo que não conheço, continuo querendo e esperando por isso. Deu vontade de gritar: “Exploda-se”. Me deitar no chão e sentir o sol me abraçar. Exploda-se por que eu não preciso de tudo isso pra viver. Afinal, como disse-me uma voz de adulto amadurecido: Cai na real! Tu ja está sozinha há muito tempo.

sentimentosconfus0s:

Eu só queria a voltar a ser aquela menininha que o seu maior medo era escuro, voltar a sorrir de felicidade e não pra esconder a dor , aquela que acreditava que um dia um príncipe encantado ia aparecer pra mim levar pro seu castelo para vivermos felizes para sempre. Pena que ela não existe mais, ela morreu junto com todos aqueles sonhos com coisas que nunca vão acontecer. E acabei descobrindo que aquele bicho papão não vivia debaixo da cama, que não era um mostro horrível, era apenas as pessoas, aquelas pessoas que você considerava importante mas que entraram na sua vida e te decepcionaram quando você menos esperava. Eu só queria ser ela de novo…

sentimentosconfus0s:

Eu só queria a voltar a ser aquela menininha que o seu maior medo era escuro, voltar a sorrir de felicidade e não pra esconder a dor , aquela que acreditava que um dia um príncipe encantado ia aparecer pra mim levar pro seu castelo para vivermos felizes para sempre. Pena que ela não existe mais, ela morreu junto com todos aqueles sonhos com coisas que nunca vão acontecer. E acabei descobrindo que aquele bicho papão não vivia debaixo da cama, que não era um mostro horrível, era apenas as pessoas, aquelas pessoas que você considerava importante mas que entraram na sua vida e te decepcionaram quando você menos esperava. Eu só queria ser ela de novo

(Source: lierapekill)

(Source: sophieehee)

E por diversas vezes, ela abaixou a cabeça em sinal de submissão à sociedade, às suas regras e seus conceitos. Perdeu as contas de quantas vezes desistiu de seus próprios ideais e defendeu ideais alheios. Isolou-se do mundo, a fim de tentar destruir os sonhos dos outros que a cercavam e exibiam-se, demonstrando a capacidade perdida dela de sonhar com algo ou planejar um futuro. Seus olhos marejavam, ficavam vermelhos e ardiam fortemente. Porém eram lágrimas vazias. Lágrimas de um alguém que ha muito tempo perdera-se em si. Seus braços cortados eram apenas prova de sua capacidade de render-se àqueles míseros pensamentos e minúsculas ideias que lhe sugeriam o caminho mais fácil para parar lágrimas e expressões. Sua mente era podre, tinha de admitir. Bagunçada pelas fantasias de um mundo melhor e pelos planos fracassados de dizer que estava bem.  Pequenos monstros se escondiam no amontoado de pensamentos acumulados em sua mente, porém eram fortes o suficiente para arranhar sua sanidade e cortar sua razão em segundos. A insanidade era injetada em seu cérebro, e percorria suas veias como um veneno letal. Espalhava-se e dissolvia-se, como se tivesse sido misturado a água. Lhe consumia. Queimava-lhe a garganta a ponto de fazê-la querer quebrar seu pescoço, na tentativa de desfazer os nós que estavam acumulados em sua garganta. […] Por inúmeras vezes ela relaxou os punhos diante  dos demônios que assombravam sua mente. Aceitou os rótulos que a vida e a sociedade colocaram em suas costas. Carregou o fardo de conviver com demônios sob pele humana diariamente. É um fardo que todos tem de carregar é verdade, porém a estrada torna-se mais perigosa, exaustante e dolorosa ao pisar sobre a realidade e senti-la enfurecer-se e derrubá-lo de novo e de novo, até que suas forças sejam sugadas por aqueles que lhe sorriram e disseram que estariam ao seu lado em todos os momentos. E foram os mesmos que apunhalaram-lhe na primeira falha cometida. […] Por diversas vezes ela caiu e levantou. Em silêncio. Em lágrimas vazias. Com mais frieza em seu coração que há tempos não sabia se ainda batia regularmente. Carregava rótulos e apelidos. Outrora desistia deles, desistia de si. Chorava, gritava e lamentava por estar viva. Mas ainda sobrevivia. E por mais quantas vezes ela terá de passar por este longo processo astuto e doloroso até erguer-se totalmente? Não se sabe. Talvez a resposta não esteja no final disto ou no começo. Talvez a resposta ela saiba. Talvez esteja em algum lugar de sua mente. Basta contar quantas vezes serão necessárias até que ela sobreviva da maneira correta. Mas, que apenas sobreviva.
(darkness-inside-me)

E por diversas vezes, ela abaixou a cabeça em sinal de submissão à sociedade, às suas regras e seus conceitos. Perdeu as contas de quantas vezes desistiu de seus próprios ideais e defendeu ideais alheios. Isolou-se do mundo, a fim de tentar destruir os sonhos dos outros que a cercavam e exibiam-se, demonstrando a capacidade perdida dela de sonhar com algo ou planejar um futuro. Seus olhos marejavam, ficavam vermelhos e ardiam fortemente. Porém eram lágrimas vazias. Lágrimas de um alguém que ha muito tempo perdera-se em si. Seus braços cortados eram apenas prova de sua capacidade de render-se àqueles míseros pensamentos e minúsculas ideias que lhe sugeriam o caminho mais fácil para parar lágrimas e expressões. Sua mente era podre, tinha de admitir. Bagunçada pelas fantasias de um mundo melhor e pelos planos fracassados de dizer que estava bem.  Pequenos monstros se escondiam no amontoado de pensamentos acumulados em sua mente, porém eram fortes o suficiente para arranhar sua sanidade e cortar sua razão em segundos. A insanidade era injetada em seu cérebro, e percorria suas veias como um veneno letal. Espalhava-se e dissolvia-se, como se tivesse sido misturado a água. Lhe consumia. Queimava-lhe a garganta a ponto de fazê-la querer quebrar seu pescoço, na tentativa de desfazer os nós que estavam acumulados em sua garganta. […] Por inúmeras vezes ela relaxou os punhos diante  dos demônios que assombravam sua mente. Aceitou os rótulos que a vida e a sociedade colocaram em suas costas. Carregou o fardo de conviver com demônios sob pele humana diariamente. É um fardo que todos tem de carregar é verdade, porém a estrada torna-se mais perigosa, exaustante e dolorosa ao pisar sobre a realidade e senti-la enfurecer-se e derrubá-lo de novo e de novo, até que suas forças sejam sugadas por aqueles que lhe sorriram e disseram que estariam ao seu lado em todos os momentos. E foram os mesmos que apunhalaram-lhe na primeira falha cometida. […] Por diversas vezes ela caiu e levantou. Em silêncio. Em lágrimas vazias. Com mais frieza em seu coração que há tempos não sabia se ainda batia regularmente. Carregava rótulos e apelidos. Outrora desistia deles, desistia de si. Chorava, gritava e lamentava por estar viva. Mas ainda sobrevivia. E por mais quantas vezes ela terá de passar por este longo processo astuto e doloroso até erguer-se totalmente? Não se sabe. Talvez a resposta não esteja no final disto ou no começo. Talvez a resposta ela saiba. Talvez esteja em algum lugar de sua mente. Basta contar quantas vezes serão necessárias até que ela sobreviva da maneira correta. Mas, que apenas sobreviva.

(darkness-inside-me)

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Posted 24 May 2012, 1 week ago · Reblog this crap